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Artigos sobre rastreamento de criptoativos, fraudes e direito digital.

Assistente técnico em audiência: o papel do especialista
Preciso de um assistente técnico em blockchain na audiência? Nem sempre — mas, quando a prova on-chain é contestada, o CPC (art. 477) e o CPP (art. 159) preveem que o especialista compareça para defender o método do rastreamento.

A blockchain é anônima? Não — é pseudônima, e rastreável
A blockchain não é anônima, e sim pseudônima. Toda transação fica registrada de forma pública e permanente, mas o que aparece é um endereço — letras e números —, não o seu nome. Por isso a cripto é, em regra, rastreável.

Bridges cross-chain: seguindo fundos entre redes
Como se segue o dinheiro quando ele troca de blockchain? Uma bridge trava o valor numa rede e cunha uma cópia em outra — rastrear cripto entre redes é casar essas duas pontas. Entenda o mecanismo, o chain-hopping e onde o rastro fica difícil.

Busca e apreensão: seeds, hardware wallets e custódia
Apreender a hardware wallet não é acessar os fundos. Veja como a autoridade cumpre o mandado, apreende o dispositivo e a seed sob cadeia de custódia — e por que o princípio nemo tenetur impede obrigar o suspeito a entregar a chave.

COAF e criptoativos: quando comunicar uma operação suspeita
A comunicação de operações suspeitas ao COAF é obrigatória quando há indício de lavagem — e o gatilho é a suspeita, não um valor fixo. Veja o prazo de 24 horas, o dever de sigilo e o que a comunicação não faz.

Como contestar/impugnar um laudo pericial de blockchain
Contestar um laudo pericial de criptomoedas tem rito: um pedido de esclarecimentos ao perito e, persistindo a dúvida, audiência, erro material ou nova perícia (CPC). A impugnação eficaz é técnica — via assistente técnico —, não retórica.

Como escolher empresa de perícia blockchain: 7 critérios
Não existe ranking oficial da melhor empresa de perícia blockchain no Brasil. A escolha se faz por 7 critérios objetivos — do método e cadeia de custódia à ausência de promessa de recuperação.

Como proteger suas criptos de golpes e furtos
Para proteger suas criptomoedas de golpes, a segurança é soma de camadas: carteira fria para o grosso dos fundos, seed offline, 2FA por aplicativo e a conferência de cada transação antes de assinar. Veja o passo a passo.

Bitcoin vs USDT vs Ethereum: o que é mais fácil de rastrear
Qual cripto é mais fácil de rastrear? A pergunta engana: Bitcoin, USDT e Ethereum são todos públicos e igualmente rastreáveis. O que muda não é a rastreabilidade — é que só o USDT pode ser congelado, e só o Monero foge do rastro on-chain.

Cooperação internacional (MLAT) para cripto no exterior
Recuperar cripto numa exchange estrangeira depende de cooperação internacional (MLAT): o pedido passa pela autoridade central brasileira (DRCI/MJSP) e chega ao país de destino. É lento, mas real — o Brasil já bloqueou R$ 130 milhões assim.

Dá para recuperar cripto perdida em um golpe?
Dá para recuperar cripto perdida em um golpe? Às vezes — mas recuperar não é um serviço que se contrata: é o resultado de um caminho jurídico que depende da Justiça e do bloqueio, nunca de quem rastreia.

Só o BO resolve ou preciso de perícia particular?
O boletim de ocorrência abre a investigação, mas não rastreia o dinheiro sozinho. Entenda a diferença entre registrar o BO e a perícia particular de blockchain — e por que as duas medidas se somam, em vez de competir.

Dá para descobrir quem é o golpista pelo endereço da carteira?
O endereço de carteira é pseudônimo: mostra para onde o dinheiro foi, não quem é o dono. Descobrir o nome do golpista depende do cadastro (KYC) de uma exchange e, em regra, de ordem judicial — quem descobre é a investigação, não o endereço.

DREX e o real digital: o que muda para o rastreamento de cripto
O DREX vai facilitar rastrear cripto? Ao contrário do Bitcoin, o real digital não é blockchain pública: é a moeda do Banco Central, sob sigilo bancário e acessível por ordem judicial — como os dados bancários e o PIX hoje.

É possível rastrear bitcoin? Sim, e veja até onde o rastro vai
É possível rastrear bitcoin de um golpe? Na maioria dos casos, sim: a blockchain é pública e permanente, e cada transação pode ser seguida de carteira em carteira. Veja o que o rastreamento revela e onde ele trava.

Empresa vítima de desvio de cripto por funcionário/sócio
Um sócio ou funcionário com acesso desviou os criptoativos da empresa. Dá para rastrear e provar? Sim — a conduta costuma configurar apropriação indébita, e o rastreamento on-chain reconstrói o caminho do ativo desviado.

Forense e compliance para uma corretora (COAF)
Como uma corretora de criptoativos identifica operações com indícios de lavagem e comunica ao COAF? Um caso B2B mostra as três camadas — KYC, monitoramento e forense on-chain — e por que a decisão de comunicar é sempre da corretora.

Rastreamento em fraude com mais de mil vítimas
Como funciona o rastreamento coletivo em fraudes com milhares de vítimas? Os depósitos de todas convergem para poucas carteiras — então uma única análise on-chain mapeia o esquema inteiro e serve ao grupo.

Furto de celular e bloqueio na corretora nas primeiras horas
Furtaram meu celular e limparam a carteira, dá para bloquear rápido? Às vezes dá — e a chance cai a cada hora. Um caso anonimizado em que o rastreamento localizou a corretora de destino e a evidência técnica fundamentou o bloqueio.

Como uma exchange deve responder a uma fraude de cliente
Uma exchange que sofre uma fraude de cliente precisa responder com compliance e prova. Veja o roteiro — preservar registros, comunicar ao COAF, cumprir ordens — e por que o STJ responsabiliza a plataforma de forma objetiva.

Exchange nacional × estrangeira: qual coopera com a Justiça brasileira?
A exchange nacional, regulada pelo Banco Central, coopera com a Justiça pelo rito interno; a estrangeira está obrigada quando oferta serviço a brasileiros, mas o cumprimento depende de presença local ou de cooperação internacional.

Como funcionam os honorários de um perito de criptomoedas: fixo, por hora e por êxito
Como um perito de criptomoedas cobra pelo trabalho? Há três modelos — fixo, por hora e por êxito. Os dois primeiros são o padrão; o êxito é contestável para um perito, porque a lei amarra o valor da prova à imparcialidade, não ao resultado.

KYC de exchange e ordem judicial: que dados a corretora fornece
Uma exchange que opera no Brasil guarda identificação, histórico de transações, endereços e IPs — e retém tudo por, no mínimo, cinco anos. A movimentação só sai por ordem judicial; o dado cadastral a autoridade requisita direto. Veja o que sai, e a quem.

Mandei um PIX achando que era investimento em cripto: o que fazer agora
Fiz um PIX para investir em cripto e descobri que era golpe? Dá para rastrear — e há passos para agora: peça o MED ao seu banco, preserve as provas, registre o BO e, se era 'investimento', denuncie à CVM.

Mandei USDT ou Bitcoin para um golpista: dá para rastrear?
Mandei USDT ou Bitcoin para um golpista, dá para rastrear? Na maioria dos casos, sim: os dois correm em blockchains públicas e permanentes. Veja o que o rastreamento revela e por que rastrear não é o mesmo que recuperar.

Não consigo sacar da plataforma: é golpe ou bloqueio legítimo?
Investiu numa plataforma de cripto e não consegue sacar? O saque travado costuma revelar o golpe — mas nem todo bloqueio é fraude. Veja como distinguir um golpe de um bloqueio legítimo de corretora e o que fazer.

Notificação extrajudicial a exchange: o passo antes de judicializar
Notificar a exchange antes de processar vale como primeiro passo: é rápido, barato e constrói prova de que a corretora foi cientificada. Mas a notificação extrajudicial não obriga a bloquear — para isso, só a via judicial.

O que define o preço de um laudo de rastreamento de criptoativos
O que faz um laudo de rastreamento de cripto ser mais caro ou barato? Não existe tabela de preço: o custo escala com fatores objetivos — complexidade técnica, número de blockchains, volume de transações, prazo e o tipo de entregável.

Oferta pública de investimento em cripto sem autorização da CVM é crime?
Captar recursos do público para investir em cripto sem registro na CVM pode configurar oferta irregular de valor mobiliário e crime contra o Sistema Financeiro Nacional. Entenda as duas camadas e quando atua a Justiça Federal.

Parecer técnico × laudo pericial: a diferença numa perícia de cripto
Qual a diferença entre parecer e laudo numa perícia de cripto? O laudo é o documento do perito oficial; o parecer, do assistente técnico da parte. Mesmo objeto on-chain — muda quem assina, quando e o que o CPC exige de cada um (arts. 473 e 477).

Pedem uma taxa para liberar meu saque: devo pagar?
Pedem uma taxa ou imposto para liberar seu saque numa plataforma de investimento? Não pague. A cobrança para 'destravar' um saque é golpe — não é exigência de nenhuma plataforma séria nem de nenhuma autoridade.

Quem são as vítimas de golpe de cripto: o perfil real
Que perfil de pessoa mais cai em golpe de cripto? O retrato oficial da CVM quebra o estereótipo: a maioria é de homens, adultos e com pós-graduação. Escolaridade não protege — e quem mais cai não é quem mais perde dinheiro.

Perícia do juízo × parecer particular: um substitui o outro?
Posso usar parecer particular em vez da perícia oficial? No cível, o juiz pode dispensá-la se os pareceres bastarem (CPC 472); no penal, o parecer complementa o laudo (CPP 182). Os limites de cada esfera.

Perito de outra área diante de um caso com criptomoedas
Perito de formação contábil ou financeira designado num caso com criptomoedas: como medir o limite da habilitação, estruturar o laudo pelo artigo 473 do CPC e tratar a camada on-chain com cadeia de custódia.

A plataforma de investimento sumiu com meu dinheiro: perdi tudo?
O site onde você investiu saiu do ar, o suporte sumiu e as redes foram apagadas? É um forte indício de golpe de saída — mas o dinheiro que você enviou deixou rastro na blockchain. Veja o que fazer agora.

Por que USDT/TRON virou a rede dos golpes
Por que os golpes no Brasil usam tanto USDT na rede TRON? Taxas baixas, velocidade, liquidez em dólar e estabilidade fizeram da stablecoin o trilho padrão do crime on-chain — e a TRON, a rede desse trilho.

Recebi cripto de origem desconhecida (fundos “sujos”)
Recebi USDT de origem desconhecida — tenho problema? Receptação e lavagem exigem que você saiba da origem ilícita. Quem recebe de boa-fé não é criminoso, mas pode enfrentar bloqueio até comprovar a licitude.
Regulação da CVM e do Banco Central sobre criptoativos: quem regula o quê
A divisão é por natureza do ativo: o Banco Central regula e autoriza as prestadoras de serviços de ativos virtuais (VASPs), e a CVM cuida da fatia que for valor mobiliário — como os contratos de investimento coletivo. Bitcoin fica fora da CVM.
Sequestro de bens em criptoativos (penal)
O sequestro penal de criptoativos torna indisponíveis os bens que são produto ou proveito do crime. Veja a base legal (CPP e Lei de Lavagem), a diferença para a penhora cível e os limites quando a cripto está em autocustódia ou no exterior.

Site parou de pagar rendimentos: por que acontece e o que fazer
Uma plataforma de investimento que vinha pagando de repente parou de pagar os rendimentos? Esse é o sinal clássico do colapso de uma pirâmide ou esquema Ponzi. Entenda o mecanismo e veja o que fazer para preservar provas e agir a tempo.

Ação coletiva de vítimas de pirâmide cripto: dá para agir em conjunto?
Vítimas da mesma pirâmide de criptoativos podem agir em conjunto — por litisconsórcio, ação coletiva ou assistência de acusação. Os instrumentos existem, mas a aplicação a golpes com cripto é imatura e não garante a devolução dos valores.

Envenenamento de endereço (address poisoning)
Enviou cripto para um endereço parecido do seu histórico? Isso é address poisoning: o golpista planta um endereço quase idêntico ao que você usa, apostando que você o copie por engano. Entenda como funciona e o que dá para fazer depois.
Bloqueio judicial de criptoativos: liminar, ofício, exequibilidade
Para bloquear criptoativos, o advogado pede tutela de urgência (cível) ou sequestro (penal) e o ofício à corretora, hoje via CriptoJud. O STJ já reconheceu que o juiz pode localizar e bloquear cripto — veja o passo a passo e seus limites.

Cadeia de custódia em prova blockchain: ISO 27037
A cadeia de custódia de uma prova on-chain documenta o vestígio digital do reconhecimento ao descarte (art. 158-A do CPP). Registrar hashes, timestamps e a versão da ferramenta é o que preserva seu valor probatório.

Carteira parada: o que fazer quando os fundos do golpe estagnam
Se os fundos de um golpe estão parados numa carteira, parado não é perdido: eles seguem visíveis e rastreáveis na blockchain. Veja o que fazer — preservar prova, rastrear onde pararam e monitorar para agir quando se moverem.

Como e onde denunciar um golpe com criptomoedas
Onde denunciar um golpe com criptomoedas no Brasil: o passo a passo dos canais certos — boletim de ocorrência, delegacia cibernética, CVM, MPF e Fala.BR — e por que o COAF não é canal do cidadão.

Como achar o TXID e ver para onde foi (passo a passo)
O TXID fica no histórico da sua carteira ou exchange, no campo 'TxID' ou 'Hash'. Não guardou o código? Dá para achar a transação pelo endereço de destino. Veja o passo a passo para encontrar o TXID e ver para onde os valores foram.

Como não cair em golpe de criptomoeda: checklist antes de investir
Como não cair em golpe de criptomoeda? Um checklist de 7 verificações antes de investir: desconfie de retorno garantido — sinal de fraude, segundo a CVM — e cheque quem regula a empresa antes de transferir qualquer valor.

Como rastrear USDT na rede TRON (TRC-20)
USDT na rede TRON (TRC-20) é a stablecoin preferida por golpistas no Brasil — e é rastreável. Veja o passo a passo para seguir o fluxo dos valores on-chain, identificar a exchange de destino e transformar a análise em prova técnica.

Como saber se uma plataforma de investimento é golpe
Como saber se uma plataforma de investimento é golpe? Desconfie de retorno garantido (sinal de fraude, segundo a CVM) e verifique se a empresa é autorizada. Veja os sinais de alerta e como confirmar o registro.

Como verificar se uma exchange de criptomoedas é confiável
Uma exchange de criptomoedas não se registra na CVM: quem a regula é o Banco Central, cujo marco entrou em vigor em fevereiro de 2026. Veja o passo a passo para verificar se uma exchange é confiável antes de depositar.

A corretora bloqueou minha conta com saldo: o que fazer?
Sim, uma corretora pode bloquear temporariamente sua conta — mas precisa de motivo legítimo. Veja por que o bloqueio acontece, como diferenciar um caso legítimo de um abusivo e o que fazer para pedir a liberação do saldo.

Diagnóstico gratuito: seu caso é rastreável?
Existe uma análise gratuita antes de pagar por um rastreamento de cripto? Sim — o diagnóstico preliminar de viabilidade diz se o seu caso é rastreável: viável, parcialmente viável ou inviável, sem promessa de recuperação.

Dá para rastrear USDT? O que é possível e o que não é
Dá para rastrear USDT de um golpe? Na maioria dos casos, sim — a rede Tron é pública e permanente, e a Tether ainda pode congelar valores. Entenda por que o rastreamento é viável, o que ele revela e quando o rastro fica mais difícil.

Estatísticas de golpes com cripto no Brasil em 2025
Não existe uma cifra oficial só de golpes de cripto no Brasil. Veja o que os dados de 2025 mostram: US$ 17 bilhões desviados no mundo (Chainalysis), US$ 11,4 bilhões nos EUA (FBI) e o retrato brasileiro da pesquisa da CVM (2021).

Estelionato por fraude eletrônica (art. 171, §2º-A) e os golpes com criptoativos
O estelionato por fraude eletrônica (art. 171, §2º-A do Código Penal) é o enquadramento mais comum dos golpes em que a vítima é induzida a transferir criptoativos. Veja o que caracteriza o tipo, sua pena e a fronteira com o furto e o art. 171-A.

Monitoramento ao vivo e freeze de USDT após conversão
Há caso real em que o USDT foi congelado com a Tether quase de imediato: a equipe técnica da Chainspect monitorou a carteira ao vivo e acompanhou a conversão do Bitcoin furtado em USDT. Como o freeze funciona e o que ele não garante.

Rastreamento em Ethereum que fundamentou prisão em 23 dias
Há caso real em que o rastreamento cripto levou rápido à prisão? Sim: em 23 dias, o rastreio on-chain de ~R$ 12 milhões em Ethereum fundamentou denúncia e prisão — mas 23 dias é exceção, não regra.

Quando dissemos que o rastreamento era inviável (e por quê)
Nem todo golpe com criptoativos é rastreável — e uma perícia séria precisa ser capaz de dizer isso. Por que a Chainspect classificou certos casos como inviáveis, ainda no diagnóstico, e orientou o cliente a não investir mais.

Exchange estrangeira sem sede no Brasil: pode ser obrigada?
Exchange estrangeira sem sede no Brasil pode ser obrigada a cumprir ordem judicial se ofertar serviço a brasileiros — e, desde fevereiro de 2026, o Banco Central exige que corretoras de ativos virtuais sejam sediadas no país.

Exchange falsa e corretora clonada: como identificar o golpe
Uma exchange falsa imita uma corretora real para capturar seu depósito. Você a identifica pelos sinais — URL parecida, lucro garantido, sem CNPJ — e checando o cadastro no regulador oficial (CVM ou Banco Central) antes de transferir qualquer valor.

Falso app de carteira cripto: baixei da loja e sumiram os fundos
Baixou um app de carteira ou corretora e os fundos sumiram? Era provavelmente um app falso — clone com a frase-semente capturada ou um drainer embutido. Estar na loja oficial não garante legitimidade, como mostra o caso Check Point.

Falso investimento com retorno garantido em cripto: é golpe?
Prometeram retorno garantido em cripto, muitas vezes com um robô de trading ou arbitragem automática? Retorno fixo sem registro na CVM é um dos sinais mais claros de golpe. Entenda por quê.

Falso "perito" que promete recuperar sua cripto: dá para confiar?
Alguém se diz perito e promete recuperar a cripto que você perdeu, cobrando uma taxa antes de qualquer resultado? Quase sempre é o golpe depois do golpe. O teste objetivo: o perito de verdade é nomeado pelo juiz e consta de um cadastro público.

Freeze de USDT: como e quando a Tether congela fundos
A Tether pode congelar o USDT de um golpista — e o faz em escala crescente, como nos US$ 344 milhões travados em 2026. Veja a mecânica do freeze, a pedido de quem a Tether age e por que congelar não é o mesmo que recuperar.

Furto de celular com cripto: as primeiras 24 horas
Furtaram seu celular com criptomoedas dentro? As primeiras 24 horas decidem. O passo a passo: corte o acesso, notifique a corretora, registre o BO de furto e acione o rastreamento para instruir o bloqueio judicial.
Glossário de forense blockchain
Um glossário dos principais termos de forense blockchain e rastreamento de criptoativos — de blockchain, hash e TXID a exchange, carteira, KYC e análise on-chain, cada um com definição objetiva e link para o verbete completo.

Golpe antigo (+3 anos): ainda dá para rastrear?
O golpe foi há 3 ou 4 anos e você se pergunta se ainda dá para rastrear. Em regra, sim: a blockchain não apaga o rastro, a corretora guarda cadastros por anos e o crime está longe de prescrever.

Golpe do amor (romance scam) com cripto
Conheceu alguém pela internet que, aos poucos, convenceu você a investir em cripto? Esse é o golpe do amor (romance scam). Veja como funciona, como reconhecer os sinais e se dá para rastrear o dinheiro.

Falso emprego e tarefas remuneradas em USDT: é golpe?
No golpe da tarefa, uma falsa vaga promete pagamento em USDT por tarefas simples: os primeiros valores caem de verdade, depois pedem depósitos em PIX ou USDT para 'liberar' comissões maiores — e o dinheiro some. Veja como funciona e se dá para rastrear.

Golpe do QR code em pagamento cripto
Você escaneou um QR code para pagar e a cripto caiu na conta do golpista? O código pode carregar o endereço dele — ou uma autorização que drena a carteira. Entenda as duas variantes do golpe e o que a blockchain ainda revela.

Os golpes de cripto mais comuns no Brasil (ranking)
Quais são os golpes de cripto mais comuns no Brasil? Pirâmides financeiras, falso investimento e pig butchering lideram — um ranking que cruza dados da CVM, da Chainalysis e do FBI com a casuística da Chainspect.

Grupo de sinais de trading no Telegram é golpe?
Entrar num grupo de sinais de cripto não é, por si só, um golpe — mas dois esquemas se escondem no mesmo rótulo: o pump and dump, em que você é a saída dos organizadores, e o grupo 'VIP' com taxa antecipada. Veja as red flags.

Guia do advogado para fraudes com criptoativos: do BO ao bloqueio
Seu cliente perdeu cripto num golpe? Este guia mostra ao advogado o caminho do BO ao bloqueio: preservar a prova, representar pelo crime, rastrear on-chain, pedir o bloqueio judicial e a penhora — e onde a devolução realmente trava.

Como declarar no IR cripto furtada em golpe
Perdeu cripto num golpe e não sabe o que fazer no imposto de renda? Enquanto há chance de reaver, mantenha em Bens e Direitos pelo custo de aquisição; reconhecida a perda, dê baixa. E entenda por que a perda não abate nem gera imposto.

Como investigar um golpe de cripto: roteiro para delegacias
Sou delegado: como investigo um golpe em USDT? O roteiro em sete passos — da notícia-crime à constrição dos ativos — para a Polícia Civil e a Polícia Federal rastrearem e responsabilizarem os autores de fraudes com criptoativos.

Malware que troca o endereço copiado (clipper)
Copiou o endereço certo e a cripto foi para outro? Um malware do tipo clipper troca silenciosamente o endereço no momento de colar. A transação é irreversível — mas o destino do golpista fica gravado na blockchain e pode ser rastreado.

Mixers (Tornado Cash/Wasabi): o que acontece no rastreio
Um mixer como o Tornado Cash embaralha o caminho do dinheiro, mas não o apaga. Rastrear cripto através de um mixer é mais difícil e probabilístico — e o ponto de saída numa exchange continua sendo onde a investigação reencontra o rastro.

Por que o Monero (XMR) é (quase) inrastreável
Dá para rastrear Monero (XMR)? Pela blockchain, praticamente não: a rede oculta remetente, destinatário e valor. Veja por que as técnicas que rastreiam Bitcoin e USDT não funcionam no XMR — e onde a investigação ainda ganha tração.

Monitoramento ao vivo vs. rastreamento pontual: quando usar cada um
Você precisa de monitoramento on-chain ao vivo quando os fundos do golpe estão parados e o objetivo é agir no instante em que se movem. Para documentar um caminho já percorrido, o rastreamento pontual basta. Veja quando escolher cada um.

Monitoramento de carteiras: acompanhar fundos de golpe ao vivo
Sim, dá para monitorar em tempo real a carteira para onde foram os valores de um golpe e ser alertado quando o golpista tenta mover ou sacar. Mas monitorar gera o alerta e a prova — não a devolução. Entenda a tese da carteira parada.

Monitoramento contínuo por assinatura: para quem faz sentido
O monitoramento contínuo de carteiras por assinatura existe e é padrão de mercado na forense blockchain — mas assinar a vigilância só compensa em certos casos. Veja o que é, como difere do rastreamento pontual e para quem faz sentido.
O que é análise on-chain (e quando vira prova)
Análise on-chain é examinar o registro público da blockchain para reconstruir o fluxo dos valores — de onde saíram, por onde passaram e onde estão. Conduzida com metodologia e cadeia de custódia, vira prova pericial reproduzível.
O que é block explorer: o site que mostra para onde foi sua cripto
Sim, existe um site onde você vê para onde foi sua transação de cripto: o explorador de blocos (block explorer), como Mempool.space, Etherscan ou TronScan. Público e gratuito, ele mostra destino, valor e data a partir do TXID.

O que é blockchain (e por que registra tudo)
Blockchain é um livro-razão digital distribuído por milhares de computadores, no qual cada transação fica registrada em blocos encadeados e à prova de adulteração — público e permanente, é esse registro que torna a rede rastreável.
O que é carteira de cripto (custodial × não-custodial)
A diferença entre a carteira de uma exchange (custodial) e a carteira própria (não-custodial) está em quem guarda a chave privada — e é essa distinção que define quem uma ordem judicial consegue alcançar quando há um golpe.

O que é carteira fria e hardware wallet
A carteira fria mantém a chave privada offline, longe de invasão remota e malware. Mas é mais segura contra golpes? Contra engenharia social — a vítima assinar a transação ou revelar a seed —, o dispositivo não é blindagem.

O que é DeFi e por que há tantos golpes nesse mercado
DeFi (finanças descentralizadas) é o conjunto de serviços financeiros executados por contratos inteligentes, sem banco no meio. Entenda o que é — e por que a ausência de intermediário faz do mercado um terreno fértil para golpes.
O que é DEX (corretora descentralizada) e o risco de rug pull
A DEX (corretora descentralizada) troca tokens diretamente entre carteiras por smart contract, sem intermediário, custódia nem cadastro. Essa ausência de porteiro é o que também abre espaço para o rug pull, o puxão do tapete que zera um token.
O que é endereço de carteira (wallet address)
O endereço de carteira é o identificador público — uma sequência de letras e números — para receber e enviar criptoativos. É público e pseudônimo: registra tudo à vista de todos, mas não revela, sozinho, quem está por trás dele.
O que é exchange (corretora de cripto) e como ela guarda seus dados
Uma exchange (corretora de cripto) intermedia a compra e a venda de criptoativos e, em geral, custodia os fundos e guarda os dados cadastrais (KYC) do cliente — o que a torna o ponto mais comum de identificação e de bloqueio judicial.

O que é hash (e como identifica uma transação)
O hash é a impressão digital dos dados em uma blockchain: uma função criptográfica transforma qualquer conteúdo em um código de tamanho fixo. Aplicado a uma transação, esse hash é o TXID e torna o registro verificável e à prova de adulteração.
O que é KYC em exchanges (e como ajuda a identificar um golpista)
KYC (Conheça seu Cliente) é a identificação cadastral que a exchange faz de quem abre conta — documentos e dados. É a ponte que liga um endereço pseudônimo da blockchain a uma pessoa real, obtida em regra mediante ordem judicial.

O que é um parecer/laudo forense de criptoativos
Parecer/laudo forense de criptoativos é o documento técnico que reconstrói o fluxo on-chain com validade jurídica. Veja a definição, os seis elementos que ele contém e a diferença entre laudo e parecer.
O que é seed phrase (e por que ela controla os fundos)
A seed phrase é a sequência de 12 a 24 palavras que reconstrói todas as chaves privadas de uma carteira. Quem tem a frase controla os fundos — não importa quem esteja com o aparelho. Nenhum suporte legítimo jamais a pede.

O que é smart contract e como um contrato inteligente pode ser malicioso
Um smart contract é um programa que roda sozinho na blockchain e executa sem intermediário, como uma máquina de vender. O mesmo automatismo que o torna útil é o que um contrato malicioso explora para drenar carteiras.

O que é stablecoin e USDT ('dólar digital')
O USDT (Tether) é a maior stablecoin do mundo — uma criptomoeda atrelada ao dólar, o 'dólar digital' que vale sempre cerca de US$ 1. Entenda o que é, por que lidera o volume declarado no Brasil e por que golpistas preferem esse trilho.

O que é token e a diferença para criptomoeda
Token e criptomoeda não são a mesma coisa: a moeda (coin) é o ativo nativo de uma blockchain, como o Bitcoin ou o Ether; o token é criado sobre a rede de outra, por contrato inteligente. Entenda por que o USDT é um token.

O que é TXID e como prova um envio de cripto
O TXID é o identificador único de cada transação em blockchain — 64 caracteres que funcionam como a impressão digital do envio e permitem verificar o endereço de origem, o de destino, o valor e a data em qualquer explorador público.

Ofício judicial para exchange: prazos e o que especificar
Um ofício judicial para exchange só é cumprível se especificar o destinatário certo, o que se pede, os identificadores que amarram o pedido — endereços, TXIDs, CPF — e o prazo. Veja a estrutura e o papel do CriptoJud.

Penhora de criptomoedas na execução
A penhora de criptomoedas é possível: o STJ admitiu, em fevereiro de 2025, que o juiz oficie corretoras para localizar e penhorar os criptoativos do devedor. Veja o passo a passo da penhora na execução — e onde ela esbarra.

Perdi menos de R$ 100 mil num golpe de cripto: o que fazer sem laudo
Perdeu um valor menor num golpe de cripto e acha que não vale a pena? Veja o que dá para fazer de graça — provas, BO, exchange, MED do PIX e CVM — e como o Juizado Especial permite tentar reaver o valor — sem advogado nas causas de até 20 salários mínimos.

Perícia forense em blockchain para processos judiciais
Uma perícia forense em blockchain reconstrói o fluxo de criptoativos e o transforma em prova. Entenda como funciona no processo: perito oficial ou assistente técnico, cadeia de custódia e os limites do rastreamento on-chain.

Perito em criptomoedas: o que faz, quando contratar, como escolher
Um perito em criptomoedas reconstitui o fluxo de criptoativos on-chain e o transforma em prova. Entenda o que ele faz, quando contratar e como distinguir o perito oficial, nomeado pelo juízo, do assistente técnico indicado pela parte.

Perito judicial vs. assistente técnico em casos de cripto
Qual a diferença entre perito judicial e assistente técnico em casos de cripto? Tabela comparativa por sete critérios — de quem designa a quem paga — e o gancho decisivo: quem traz as ferramentas de rastreamento on-chain.

Phishing e drainers: carteira esvaziada em segundos
Esvaziaram sua carteira cripto num clique? Na maioria das vezes ninguém quebrou sua senha: você aprovou, sem perceber, uma permissão que o golpista usou para drenar os tokens. Entenda o approval phishing, os drainers e o que dá para rastrear.

Pig butchering (golpe do abate) no Brasil
O pig butchering (golpe do abate) combina semanas ou meses de vínculo emocional — por app de namoro, rede social ou WhatsApp — com um falso investimento em cripto. Veja como funciona no Brasil e se dá para rastrear o dinheiro.

Pirâmides de cripto no Brasil (Unick/Atlas/Braiscompany)
As maiores pirâmides de cripto do Brasil — Unick, Atlas Quantum, Trust Investing, Braiscompany — e o que a Justiça decidiu em cada uma. Quem caiu quer saber se dá para rastrear os fundos: a resposta honesta separa rastrear de recuperar.

PIX → cripto: onde o banco termina e a blockchain começa
Mandou um PIX que virou cripto num golpe? Dá para rastrear o caminho todo — em duas etapas unidas pela exchange: o comprovante do PIX mostra quem recebeu no banco; a análise on-chain, para onde a cripto foi depois.

Plataforma de investimento falsa em cripto: como saber se os lucros são reais
A plataforma de investimento em cripto mostra um saldo que só cresce, mas você não consegue sacar? Esse saldo é fictício — o dinheiro real saiu no depósito. Veja os três sinais decisivos de uma plataforma falsa e o que a blockchain revela.

A polícia consegue rastrear criptomoeda de um golpe?
A polícia consegue rastrear criptomoeda de um golpe? Sim — e cada vez com mais estrutura: blockchain pública, guia GRINPA e CriptoJud. Veja o que as autoridades alcançam, onde o rastro trava e onde entra a assistência técnica privada.

Parecer particular de blockchain tem validade judicial?
Um parecer particular de rastreamento em blockchain tem validade judicial: o juiz não fica adstrito ao laudo oficial (CPP art. 182; CPC art. 479). Mas a força da prova depende de método documentado e cadeia de custódia, como exige o STJ.

Quando vale a pena contratar um rastreamento de criptoativos
Contratar um rastreamento forense de cripto vale a pena quando três condições se somam: existe rastro on-chain, o destino é identificável e você vai usar o resultado num processo. Veja quando compensa — e quando não.

Quanto custa uma perícia ou rastreamento de cripto: os fatores que definem o preço
Quanto custa rastrear um criptoativo perdido em um golpe? Não existe tabela: o custo escala com fatores objetivos — complexidade técnica, número de blockchains, volume de transações, urgência e jurisdição —, e a própria lei diz quais são.

Quebra de sigilo em exchange: o que pedir e como fundamentar
Na quebra de sigilo de uma exchange pedem-se dados cadastrais (KYC) e de movimentação — este sob reserva de jurisdição, só com ordem judicial. Veja o que pedir, quem pode pedir e como fundamentar o pedido.

Quesitos para perícia em bitcoin: modelo prático
Quesitos são as perguntas que orientam a perícia. Veja um modelo prático para bitcoin: o que perguntar ao perito sobre metodologia, dados de entrada, atribuição de endereços a exchanges, cadeia de custódia e limites do rastreamento.

Rastreamento coletivo: um parecer único para o grupo de vítimas
Somos ~200 vítimas do mesmo golpe: vale um rastreamento coletivo? Golpes em massa consolidam os depósitos em carteiras comuns, então um só parecer mapeia o esquema inteiro e rateia o custo pericial pelo grupo.

Rastrear bitcoin de golpe: o que a análise on-chain revela
Sim, dá para rastrear um bitcoin enviado a um golpista. A blockchain é pública e permanente: a análise on-chain segue o caminho, mostra para onde os valores foram e onde a investigação chega a quem os controla.

Diferença entre rastrear, bloquear e recuperar cripto
Rastrear, bloquear e recuperar cripto são três etapas diferentes, com atores diferentes: rastrear produz prova, bloquear é ordem judicial e recuperar é a devolução, que depende da Justiça — não do rastreamento.

Recebi proposta de empresa que recupera cripto — é confiável?
Recebeu a proposta de uma empresa que recupera cripto mediante taxa? Na maioria dos casos é o segundo golpe — o recovery scam. Veja os sinais de alerta e o que fazer se você já pagou.

Empresa de "recuperação" × perícia forense
Perícia forense e 'recuperação' de cripto não são a mesma coisa: a perícia produz prova (parecer com cadeia de custódia); recuperar é a devolução, que depende da Justiça — não de quem rastreia.
Regulação de criptoativos no Brasil: o quadro atual
O Brasil regula os criptoativos em três camadas: a Lei 14.478/2022 (Marco Legal), o Decreto 11.563/2023 — que pôs o Banco Central como regulador — e as resoluções do BC em vigor desde fevereiro de 2026. Veja o quadro atual.

Representação criminal: estelionato 171 §2º-A e o papel do parecer
Desde a Lei nº 15.397/2026, o estelionato por fraude eletrônica é crime de ação penal pública incondicionada — a representação da vítima só continua sendo condição da ação para golpes ocorridos até 3 de maio de 2026, com prazo de seis meses. Veja como fundamentar a representação num golpe de cripto e por que o parecer de rastreamento acelera a investigação.
Influenciador que divulgou o golpe responde?
Sim, o influenciador que divulga um golpe pode responder — há condenação no TJPR (2026). A responsabilização civil, administrativa e penal depende de ele ter se beneficiado e apresentado a fraude como recomendação própria.

Rug pull e tokens fraudulentos: o que a blockchain mostra
No rug pull, o criador do token drena a liquidez do pool e o valor desaba a zero. A blockchain registra a retirada — um único endereço esvaziando o pool. Veja o que a análise on-chain mostra e por que rastrear não é recuperar.

SIM swap e furto de exchange: clonaram meu chip, dá para rastrear?
Clonaram seu chip por SIM swap e esvaziaram sua conta de cripto na exchange? A cripto que saiu é rastreável na blockchain — mas identificar quem clonou o chip é outra frente. Entenda o golpe e o que fazer agora.

7 sinais de que uma "recuperadora de cripto" é golpe
Como saber se uma 'recuperadora de cripto' é golpe? Taxa antecipada, contato não solicitado e promessa de recuperação garantida são alguns dos 7 sinais do recovery scam — o golpe que vem depois do golpe.

Golpes de criptomoeda mais comuns no Brasil: guia dos tipos
Quais são os principais golpes de cripto no Brasil? Este guia reúne os tipos mais comuns — de pirâmides e plataformas falsas a pig butchering, deepfakes e furtos técnicos — e o padrão que quase todos compartilham: a promessa de retorno certo.

Vale a pena entrar na Justiça por golpe de cripto?
Vale a pena entrar na Justiça por um golpe de cripto? Registrar o BO quase sempre compensa. O STJ já reconhece que cripto é penhorável — mas rastrear não é recuperar, e o resultado depende do caso.
VASP no Brasil: o que a Lei 14.478/22 exige
No Brasil, uma prestadora de serviços de ativos virtuais (VASP) só opera com autorização do Banco Central. Veja as quatro famílias de obrigações da Lei 14.478/22: autorização, prevenção à lavagem, governança e transparência.

Rastreamento de criptoativos para autoridades: como funciona e o que traz o GRINPA
Como delegados e promotores rastreiam criptoativos: da transação na blockchain ao cadastro na corretora — e o que o GRINPA, guia de rastreamento patrimonial da ENCCLA, acrescenta ao trabalho.

Responsabilidade de exchanges por golpes com criptoativos: o que diz o STJ
O STJ já responsabilizou objetivamente uma plataforma de criptoativos por fraude na conta do cliente — e colocou na exchange o ônus de provar que seus controles de segurança funcionaram.

Assistente técnico e laudo pericial em blockchain: como funciona e quando contratar
O que é o laudo pericial de blockchain, o que ele precisa conter, e como o assistente técnico indicado pela parte atua no processo penal e no cível.

Recovery scam: como distinguir perícia legítima de golpe de recuperação
Recovery scam é o segundo golpe sobre quem já perdeu criptoativos. Como distinguir perícia legítima de falsa promessa de recuperação.

Caí em golpe com criptomoedas: o que fazer nas primeiras 72 horas
Caiu em golpe com criptomoedas? As próximas 72 horas são decisivas. Guia: preserve provas, registre BO e notifique a exchange.

Forense blockchain: o que é, como funciona e quando vira prova
Forense blockchain rastreia criptoativos em blockchains públicas e transforma a análise on-chain em prova com validade jurídica.

Pirâmides financeiras de criptoativos devem ser investigadas perante a PF
A definição da competência investigativa em fraudes com criptoativos estruturadas como pirâmides financeiras é decisiva para a eficácia da persecução penal.

O Marco Legal dos Criptoativos não protege adequadamente as vítimas de pirâmides financeiras
A Lei 14.478/22 criou novos tipos penais para fraudes com ativos virtuais, mas não resolveu o problema central: a indefinição de competência entre Justiça Federal e Estadual.

O que é e o que não é lavagem de dinheiro com Bitcoins
Nem toda movimentação de criptoativos de origem ilícita configura lavagem de dinheiro. A análise da tipicidade exige compreender a diferença entre transações simples e complexas.

Apreensão e recuperação de criptoativos em casos de fraude
A apreensão de criptoativos exige estratégias distintas do sistema financeiro tradicional. As possibilidades variam conforme o método de custódia utilizado pelo investigado.

O dilema penal das gestoras de criptoativos
Se a empresa capta dinheiro e não investe, é estelionato. Se investe em criptoativos, pode ser crime contra o sistema financeiro. A tipicidade material resolve esse paradoxo.