Falsa plataforma de investimento
Você foi convidado a investir em uma plataforma que prometia rendimentos em criptoativos.
Há um caminho. E começa por entender para onde foi seu dinheiro. Reconstruímos o trajeto dos criptoativos e entregamos a prova para acionar a polícia e a Justiça.
Basta o identificador da transação (o TXID) ou o endereço que recebeu o valor. Você encontra no histórico da sua corretora ou carteira: abra a transação e copie o campo Transaction ID (hash).
Seguimos cada transferência na blockchain, salto a salto: da origem ao endereço suspeito, pelas carteiras intermediárias, até o ponto em que os ativos entram numa exchange.
Um documento autossuficiente, escrito na linguagem de quem vai decidir.
O laudo acompanha o seu boletim de ocorrência com o que a autoridade policial precisa para instruir a investigação: endereços, valores, datas e a fonte de cada verificação.
LAUDO 0147LAUDO TÉCNICORastreamentoJuntado aos autos como prova técnica, com os fatos e a interpretação em seções separadas, na linguagem de quem vai decidir. Não prestamos serviços jurídicos: entregamos a evidência que a justiça precisa.
A maioria dos casos segue padrões — e a maioria é rastreável.
Os primeiros dias são determinantes.
o
ó
o
r
u
u
Salve tudo: prints, e-mails, comprovantes. Não apague nada.
Procure os IDs das transações e endereços de carteira nos comprovantes ou histórico da exchange.
Conte o que aconteceu à Chainspect. Avaliamos a viabilidade técnica.
Não. O laudo é escrito para ser entregue direto na delegacia — com o caminho do dinheiro já reconstruído.
O que costuma travar um caso de fraude com criptoativos não é falta de vontade da autoridade: é falta do rastro. Sem saber por onde os valores passaram e onde pararam, não há o que investigar nem o que pedir ao juiz. O laudo entrega exatamente isso, documentado — e é por isso que ele funciona sem intermediário.
Primeiro, registre o boletim de ocorrência. Você mesmo faz — em qualquer delegacia ou, na maioria dos estados, pela delegacia eletrônica, online e sem custo. Não é preciso saber quem aplicou o golpe: narrar o que aconteceu já basta para abrir a apuração.
Depois, junte o laudo ao registro. Entregamos o laudo em PDF assinado, com os anexos técnicos. Você o anexa no próprio formulário eletrônico, quando ele aceita arquivo, ou leva à delegacia e pede que conste dos autos. Se a ocorrência já tiver sido registrada antes, o laudo entra depois, como complemento.
A partir daí, a autoridade tem com o que trabalhar. Com o rastro documentado, ela pode requisitar às corretoras os dados de quem recebeu os valores e pedir à Justiça o bloqueio dos criptoativos localizados. O pedido parte dela — não depende de você contratar quem intermedie.
O laudo é a prova técnica. O que se decide a partir dela é outra etapa, e ninguém honestamente garante desfecho — mas é ela que faz o caso deixar de ser apenas um relato.
Rastrear cripto é seguir, no registro público da blockchain, o caminho que os valores percorreram: de onde saíram, por onde passaram e onde estão hoje. A Chainspect é uma empresa brasileira de forense blockchain que faz esse rastreamento e o converte em laudo técnico com cadeia de custódia, para instruir inquérito policial e processo judicial no Brasil. Existe a ideia de que “virou cripto, acabou, não dá para rastrear”. É o oposto: uma transação em blockchain pública é registrada de forma permanente, imutável e consultável por qualquer pessoa. Diferente do sistema bancário, onde cada movimentação depende de quebra de sigilo e da resposta de cada instituição, a blockchain expõe o histórico de uma vez. Para quem sabe ler, converter recursos em criptoativo costuma deixar um rastro mais acessível, não menos.
Sim, na maior parte dos casos. As transações em blockchains públicas como Bitcoin, Ethereum e TRON ficam registradas de forma permanente e podem ser seguidas de carteira em carteira. O que varia é até onde o rastro leva: quando os valores chegam a uma corretora, existe um destino ao qual a Justiça pode se dirigir.
Não, e a diferença é importante. Rastrear é seguir o caminho do dinheiro e documentar para onde ele foi. Bloquear é uma ordem judicial que impede a movimentação. Devolver valores é decisão da Justiça. A Chainspect faz a primeira etapa — a prova técnica — e não promete as outras duas.
São três. Explorador de blocos: ferramentas públicas e gratuitas onde se cola o TXID ou o endereço e se vê uma transação, com valor, data, origem e destino. Resolvem a pergunta “esta transferência saiu?”. Não dizem de quem é a carteira nem reconstroem uma trilha com muitos saltos. Rastreador de portfólio: aplicativos que sincronizam carteiras e corretoras para mostrar saldo e variação de preço. Servem para investimento, não têm relação com investigação de fraude e não produzem prova. Análise forense: a reconstrução documentada do caminho dos ativos, feita para ser conferida por terceiros e usada em inquérito ou processo. É o que a Chainspect faz. As duas primeiras são ferramentas que você opera sozinho e não custam nada; só a terceira produz um documento que a polícia e a Justiça conseguem usar. Se o seu caso é conferir uma transferência, o explorador de blocos resolve, e dizemos isso sem cobrar nada.
Não. É pseudônimo e público. O desafio não é encontrar o caminho — é traduzi-lo para uma linguagem que a autoridade consiga usar.
Ajuda muito. Sem nenhum dado técnico — nem TXID, nem endereço, nem a plataforma — não há ponto de partida.
O registro on-chain não expira. O que muda com o tempo é a chance de ainda haver saldo e de a exchange ainda ter os dados de KYC. Casos com mais de 3 anos são avaliados com cautela.
Conversões e bridges com dados públicos são reconstituíveis. O rastro só se perde em casos específicos: mixers sem saída identificável, moedas de privacidade e trilhas sem registro público.
Depende da estrutura da unidade. Algumas delegacias especializadas têm equipe e ferramenta para isso; a maioria não. O parecer técnico existe para entregar o rastro pronto, num formato que a autoridade possa usar de imediato para oficiar corretoras e pedir bloqueio.
Pelo registro público, não. A blockchain mostra endereços, não nomes. O caminho legítimo é seguir os valores até uma corretora com cadastro do cliente e pedir os dados por via judicial — por isso identificar o destino importa mais do que especular sobre o endereço.
Não. O laudo é escrito para ser entregue direto na delegacia, com o caminho do dinheiro já reconstruído. Você mesmo registra o boletim de ocorrência — em qualquer delegacia ou pela delegacia eletrônica do seu estado — e junta o laudo ao registro. Com o rastro documentado, a autoridade pode requisitar às corretoras os dados de quem recebeu os valores e pedir à Justiça o bloqueio dos criptoativos localizados.
Entra no parecer o que pode ser reproduzido e conferido por terceiros. Ficam fora do método a análise de cluster por heurística, a presunção de dados, o de-mixing (Tornado Cash, Wasabi e similares) e a atribuição de carteira a pessoa por heurística. E há casos em que o rastreamento é inviável: mixers sem saída identificável, porque o rastro é fragmentado além da reconstituição confiável; moedas de privacidade como o Monero, porque a rede foi desenhada para não expor o histórico; DeFi complexo sem trilha pública; e corretoras que não cooperam com autoridades. “Não rastreável” é um resultado válido, e é comunicado de imediato, sem custo: a triagem de viabilidade existe para isso.
A triagem de viabilidade não tem custo e o retorno sai em até 24 horas úteis. O laudo completo tem SLA de 10 dias úteis.
Avaliamos a viabilidade técnica e retornamos em até 24 horas úteis.