Diagnóstico gratuito
Perdi Criptoativos

Rastreamento de criptoativos em fraudes

Há um caminho. E começa por entender para onde foi seu dinheiro. Reconstruímos o trajeto dos criptoativos e entregamos a prova para acionar a polícia e a Justiça.

O que é

O que significa rastrear cripto


Rastrear cripto é seguir, no registro público da blockchain, o caminho que os valores percorreram — de onde saíram, por onde passaram e onde estão hoje. A Chainspect é uma empresa brasileira de forense blockchain que faz esse rastreamento e o converte em laudo técnico com cadeia de custódia, para instruir inquérito policial e processo judicial no Brasil.

“Virou cripto, acabou, não dá para rastrear.” É o oposto. Uma transação em blockchain pública é registrada de forma permanente, imutável e consultável por qualquer pessoa. Diferente do sistema bancário — onde cada movimentação depende de quebra de sigilo e da resposta de cada instituição —, a blockchain expõe o histórico de uma vez. Para quem sabe ler, converter recursos em criptoativo costuma deixar um rastro mais acessível, não menos.
Como escolher

Três formas de rastrear cripto — e qual serve para o seu caso


Nem toda busca por rastreamento procura a mesma coisa. Estas são as três, na ordem em que costumam aparecer.

Você mesmo consulta

Explorador de blocos

Ferramentas públicas e gratuitas onde se cola o TXID ou o endereço e se vê uma transação: valor, data, origem e destino. Resolvem a pergunta “esta transferência saiu?”. Não dizem de quem é a carteira nem reconstroem uma trilha com muitos saltos.

Acompanhar os seus ativos

Rastreador de portfólio

Aplicativos que sincronizam carteiras e corretoras para mostrar saldo e variação de preço. Servem para investimento — não têm relação com investigação de fraude e não produzem prova.

Houve fraude e você precisa de prova

Análise forense

A reconstrução documentada do caminho dos ativos, feita para ser conferida por terceiros e usada em inquérito ou processo. É o que a Chainspect faz: cada salto verificável, com cadeia de custódia e registro do método.

As duas primeiras são ferramentas que você opera sozinho e não custam nada. Só a terceira produz um documento que a polícia e a Justiça conseguem usar — e é a única indicada quando houve fraude e existe valor relevante em jogo. Se o seu caso é conferir uma transferência, o explorador de blocos resolve, e dizemos isso sem cobrar nada.

Quando houve golpe

Quando o objetivo é investigar um golpe ou ativos desviados


A maioria dos casos segue padrões — e a maioria é rastreável.

Falsa plataforma de investimento

Você foi convidado a investir em uma plataforma que prometia rendimentos em criptoativos.

Romance scam

Alguém que você conheceu online sugeriu investir em cripto.

Falso suporte técnico

Induziram você a transferir os ativos para “protegê-los”.

Pirâmide ou esquema Ponzi

Pagava bem no início — e travou os saques quando ruiu.

Sequestro de carteira

Sua carteira foi acessada e os ativos, transferidos.

Pix → cripto fraudulento

Pagou via Pix; a plataforma converteu em cripto e desviou.

Representação visual

Como nossa equipe rastreia transações em uma análise forense

  1. 01
    Recebemos suas informações

    Você nos manda o que tem: prints, comprovantes, IDs das transações, endereços.

  2. 02
    Rastreamos na blockchain

    Reconstruímos o caminho completo das transações até onde os ativos estão hoje.

  3. 03
    Identificamos para onde foi

    Mostramos quais exchanges ou endereços receberam os valores.

  4. 04
    Definimos onde é possível agir

    Exchange regulada: passível de bloqueio judicial. Carteira parada: entra em monitoração ativa.

Rastreamento dos criptoativos: da origem ao fraudador, ramificando em intermediários até três destinos finais — exchange (passível de bloqueio judicial), carteira parada (monitoração ativa) e irrecuperável.

  • OrigemFraudadorIntermediário
  • Exchange — Passível de bloqueio · Exchange regulada identificada
  • Em carteira — Monitoração ativa · Carteira sob vigilância contínua
  • Irrecuperável
Cobertura

Redes que rastreamos


RedeNota
BitcoinMaioria dos casos
EthereumSegundo mais frequente
TRONMuito usado em fraudes (USDT-TRC20)
BSC (BNB Chain)
Solana
Outras (ex.: Polygon)Avaliadas caso a caso, sob demanda
Primeiros passos

O que fazer agora


Os primeiros dias são determinantes.

  1. Preserve as evidências

    Salve tudo: prints, e-mails, comprovantes. Não apague nada.

  2. Localize os identificadores técnicos

    Procure os IDs das transações e endereços de carteira nos comprovantes ou histórico da exchange.

  3. Solicite uma avaliação técnica

    Conte o que aconteceu à Chainspect. Avaliamos a viabilidade técnica.

Escopo e limites

O que o rastreamento revela — e o que não revela


O que entra no parecer é o que pode ser reproduzido e conferido por terceiros.

Fora do método

  • Análise de cluster por heurística
  • Presunção de dados
  • De-mixing (Tornado Cash, Wasabi e similares)
  • Atribuição de carteira a pessoa por heurística
Quando é inviávelPor quê
Mixers/tumblers sem saída identificávelO rastro é fragmentado além da reconstituição confiável
Moedas de privacidade (Monero)A rede foi desenhada para não expor o histórico
DeFi complexo sem trilha públicaNão há registro consultável suficiente
Exchanges que não cooperam com autoridadesMesmo identificado o destino, não há resposta a ofício

“Não rastreável” é um resultado válido — e é comunicado de imediato, sem custo. A triagem de viabilidade existe justamente para isso.

Pergunta frequente

Eu preciso de advogado?


Não. O laudo é escrito para ser entregue direto na delegacia — com o caminho do dinheiro já reconstruído.

O que costuma travar um caso de fraude com criptoativos não é falta de vontade da autoridade: é falta do rastro. Sem saber por onde os valores passaram e onde pararam, não há o que investigar nem o que pedir ao juiz. O laudo entrega exatamente isso, documentado — e é por isso que ele funciona sem intermediário.

Primeiro, registre o boletim de ocorrência. Você mesmo faz — em qualquer delegacia ou, na maioria dos estados, pela delegacia eletrônica, online e sem custo. Não é preciso saber quem aplicou o golpe: narrar o que aconteceu já basta para abrir a apuração.

Depois, junte o laudo ao registro. Entregamos o laudo em PDF assinado, com os anexos técnicos. Você o anexa no próprio formulário eletrônico, quando ele aceita arquivo, ou leva à delegacia e pede que conste dos autos. Se a ocorrência já tiver sido registrada antes, o laudo entra depois, como complemento.

A partir daí, a autoridade tem com o que trabalhar. Com o rastro documentado, ela pode requisitar às corretoras os dados de quem recebeu os valores e pedir à Justiça o bloqueio dos criptoativos localizados. O pedido parte dela — não depende de você contratar quem intermedie.

O laudo é a prova técnica. O que se decide a partir dela é outra etapa, e ninguém honestamente garante desfecho — mas é ela que faz o caso deixar de ser apenas um relato.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam sobre rastreamento de criptoativos


Sim, na maior parte dos casos. As transações em blockchains públicas como Bitcoin, Ethereum e TRON ficam registradas de forma permanente e podem ser seguidas de carteira em carteira. O que varia é até onde o rastro leva: quando os valores chegam a uma corretora, existe um destino ao qual a Justiça pode se dirigir.

Não, e a diferença é importante. Rastrear é seguir o caminho do dinheiro e documentar para onde ele foi. Bloquear é uma ordem judicial que impede a movimentação. Devolver valores é decisão da Justiça. A Chainspect faz a primeira etapa — a prova técnica — e não promete as outras duas.

Não. É pseudônimo e público. O desafio não é encontrar o caminho — é traduzi-lo para uma linguagem que a autoridade consiga usar.

Ajuda muito. Sem nenhum dado técnico — nem TXID, nem endereço, nem a plataforma — não há ponto de partida.

O registro on-chain não expira. O que muda com o tempo é a chance de ainda haver saldo e de a exchange ainda ter os dados de KYC. Casos com mais de 3 anos são avaliados com cautela.

Conversões e bridges com dados públicos são reconstituíveis. O rastro só se perde nos casos do quadro de inviabilidade — mixers sem saída identificável, moedas de privacidade e trilhas sem registro público.

Depende da estrutura da unidade. Algumas delegacias especializadas têm equipe e ferramenta para isso; a maioria não. O parecer técnico existe para entregar o rastro pronto, num formato que a autoridade possa usar de imediato para oficiar corretoras e pedir bloqueio.

Pelo registro público, não. A blockchain mostra endereços, não nomes. O caminho legítimo é seguir os valores até uma corretora com cadastro do cliente e pedir os dados por via judicial — por isso identificar o destino importa mais do que especular sobre o endereço.

Não. O laudo é escrito para ser entregue direto na delegacia, com o caminho do dinheiro já reconstruído. Você mesmo registra o boletim de ocorrência — em qualquer delegacia ou pela delegacia eletrônica do seu estado — e junta o laudo ao registro. Com o rastro documentado, a autoridade pode requisitar às corretoras os dados de quem recebeu os valores e pedir à Justiça o bloqueio dos criptoativos localizados.

A triagem de viabilidade é gratuita e o retorno sai em até 24 horas úteis. O laudo completo tem SLA de 10 dias úteis.

Pronto para dar o primeiro passo?

Avaliamos a viabilidade técnica e retornamos em até 24 horas úteis.